
Quando me chamastes de amor,
arranquei das linhas minha dor.
Em teus olhos, meu eu reflexo,
marejando nosso sonho
dentro de um pequeno verso,
selastes nosso segredo
num beijo por ti impresso.
Quando me chamastes de amor,
Senti na alma a Cantiga do Pastor.
Na barca da fantasia
em marolas de aquarela
que ao céu anil se anela
navega no tempo a esperança
..."Acordar eu não queria"...
Rosana Souza.
Minha querida Rosana
ResponderExcluirNaveguei na beleza do teu poema, lindo.
beijinhos
Sonhadora
Bom dia
ResponderExcluirBonita a imagem. Será uma sereia presa nas cordas de uma caravela portuguêsa ?
Todo o poema é muito sentimental e arranca-nos também nessa aventura navegando no tempo da aventura e nunca querer acordar.
Querida RO.
ResponderExcluirA imagem que escolhes-te para ilustrar este belíssimo poema, é deveras sugestiva. Uma mulher com asas de caravela, pronta para atravessar o oceano. Devia ser assim: fácil.
Mas essa cantiga de amor....
É barca de esperança,
no meio da tempestade,
tormenta e bonança,
é sonho e saudade.
Meu beijo e meu carinho.
Victor Gil
... quando me chamaste de amor,
ResponderExcluirminha vida coloriu
meu coração disparou
meu anjo, alegre sorriu
mas, meu mundo desabou
logo que você partiu
Beijos - bom final de semana.
A foto é maravilhosa e parece ventar nesse poema belíssimo e sonhador. Amei amiga! Obrigada pela visita. Montão de bjs e abraços
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