

Nestes versos arrastados
o tempo cochila nas entrelinhas
onde o vento ensaia a tormenta
e a esperança cruza os braços
olhando o infinito num grão de areia...
Nos meus olhos desesperados,
por acaso é maré cheia...
destroços de um coração
à deriva na palma da tua mão...
Rosana Souza
Minha querida RO.
ResponderExcluirNáufrago eu me invento.
À deriva nos restos
do meu batel perdido,
entre a neblina errante
almejando o salvamento.
Mas a mão que me prende,
é afastada para longe
pela força do vento.
Mas nunca se pode perder a esperança. Há náufragos que se conseguem salvar. Sei que por vezes o resgate é difícil.
Meu beijo e meu carinho de sempre.
Victor Gil
Hoje mais uma vez com uma colinha
ResponderExcluiraté ficar bem e poder digitar
a vontade sem sentir dor
nos meus dedinhos.
Nem por isso deixarei de
me fazer presente a cada amizade
para mim tão sagrada.
Deus abençoe sua semana ..
beijos no coração..Evanir..
Te seguindo
"Expressar por escrito o amor que temos por outra pessoa é mais do que uma homenagem, é uma forma de tocar a eternidade."
ResponderExcluirBeijo meu.
Ai amiga,naufraguei junto aqui. Maravilhoso! Só vc mesma pra colocar tão bem os sentimentos. Mont~]ao de bjs e nabraços
ResponderExcluirOI, AMADA MINHA!
ResponderExcluirNAUFRÁGIO
A NAU FRÁGIL
NUMA IMENSIDÃO ABISSAL
QUÃO FRÁGIL
QUÃO ÁGIL
E À DERIVA...
Poema com sabor amargo.
ResponderExcluirTempo de desilusão.
Maré cheia.
Olhos desesperados,
Destroços do coração...
lindo e saudoso! adorei!
ResponderExcluirbj querida e obrigada pelo carinho da visita e recado! ótimo dia todos os dias pra ti!
Boa noite!
ResponderExcluirPassando para apreciar tuas composições poéticas e te desejar um ótimo final de semana.
Beijo,
Mara